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CRISE FINANCEIRA: Wancley sugere busca de alternativas para superar crise financeira de municípios

Queda na arrecadação e crise financeira nacional têm dificultado a gestão nos municípios de MT; deputado quer ampliar o debate e buscar soluções para situação

Preocupado com a crise financeira que tem afetado diretamente as contas públicas dos municípios mato-grossenses, o deputado Wancley Carvalho (PV), propôs durante sessão, na quarta-feira (10), a busca de alternativas no enfrentamento dessa situação.

O parlamentar argumentou que a dificuldade financeira e orçamentária que os municípios de Mato Grosso têm passado, é consequência direta da crise econômica pela qual o país atravessa.

Além disso, o deputado destacou que durante visitas que tem realizado no interior do estado, os prefeitos também tem apontado que a queda de arrecadação é fator preocupante.

Somado a isso, os gestores enfrentam sérios problemas no que diz respeito ao atendimento no disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), sobretudo em relação aos gastos com despesas pessoais.

“Precisamos unir forças para descobrir uma solução aplicável. Existem municípios que fizeram pouquíssimas contratações, e como houve queda na arrecadação, automaticamente o percentual de gastos com a folha de pagamento reduziu”, ponderou o deputado.

Ao propor uma iniciativa na busca de soluções para o enfrentamento da crise financeira e orçamentária, Wancley lembrou que ao extrapolar o limite de gastos previstos pela LRF, os municípios deixam de ter acesso às certidões necessárias, e ficam impossibilitados de receber recursos estaduais e federais.

“Em pouco tempo, se nada for feito, os municípios terão dificuldades – muito já tem -,  em acessar emendas parlamentares. Já que, em virtude da crise, acabam perdendo certidões, e ficando inadimplentes”, pontuou.

Durante o discurso Wancley lembrou que existem casos de exagero, em contratação, porém o foco da iniciativa é beneficiar quem realmente precisa de apoio, em virtude da situação econômica enfrentada. “Quando há impossibilidade de acessar recursos, quem sofre, na ponta, é a população que deixa de receber investimento em ações necessárias como saúde, educação, infraestrutura, etc.

 

Texto: Eduardo Cardoso.

Fotos: Marcos Lopes/ALMT.

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